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Ministério Público instaura processo contra Agespisa


Famílias no município de Barras não possuem água e Agespisa pode pagar multa diária de R$ 10 mil


O Ministério Público de Barras realizou uma audiência pública para discutir a falta de água na cidade. Os morados dos bairros Vila Exu, São Cristóvão e vilas da zona urbana da cidade forma recebidos pelo promotor Glécio Setúbal, que comunicou a instauração de processo contra os gestores responsáveis pela falta de água na cidade.

População mostra para o promotor a cor da água amarelada da água que sai das torneiras (Foto:Ascom)

 No encontro, a Agespisa apresentou a crise que passa a empresa como responsável pela falta de água na cidade. Os moradores levaram um litro de água amarela que tem saído das torneiras nos bairros afetados com o problema.

O promotor Glécio Setúbal comunicou a abertura de Inquérito Civil Publico. O objetivo é a apuração das causas e responsabilidades sobre a falta de fornecimento e qualidade da água da Agespisa em Barras. Os responsabilizados são a Agespisa, a Prefeitura Municipal e a Diretoria de Unidade de Vigilância e Atenção à Saúde (DUVAS).

Entre as medidas adotadas pelo Promotor de Justiça de Barras está o encaminhamento de ofício requerendo a urgência na solução da falta de água para as famílias da Vila Exú. Também foi determinada a abertura da Ação Civil Pública em que pedirá multa diária no valor de R$ 10 mil por dia, e a suspensão dos pagamentos de cobranças dos talões dos moradores sem água e a retirada dos nomes dos consumidores do SERASA e SPC pela falta de fornecimento dos serviços de abastecimentos regular de água aos consumidores em Barras.





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