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Polícia deflagra operação contra empresas acusadas de fraudes em licitações em Cocal e mais duas cidades do PI


O valor que teria rendido a organização criminosa chega a R$ 19 milhões. O valor total chega a R$ 200 milhões


Atualizada às 12:40

As investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) revelaram que 62 empresas de fachada estavam atuando em prefeituras piauienses, além do Ceará e Maranhão.

A operação “Escamoteamento” cumpre mandados de condução coercitiva e busca e apreensão nos municípios de Cocal, Buriti dos Lopes e Bom Princípio. As prisões  de empresários aconteceram em Tianguá (CE). O promotor prevê um rombo de cerca de R$ 200 milhões das empresas junto a prefeituras do Piauí, Ceará e Maranhão. 

A polícia pediu o sequestro de bens e o bloqueio de quase R$ 19 milhões, que teriam sido repassados por prefeituras do Piauí.  Ao todo, o Ministério Público encontrou movimentação irregular de cerca de R$ 200 milhões, obtidos em licitações fraudulentas do Piauí, do Ceará e do Maranhão. 

Matéria original

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou nas primeiras horas da manhã de hoje (07) a operação Escamoteamento, que tem o objetivo desbaratar uma organização criminosa de cartéis de licitações que atuavam em três cidades do norte do Piauí –  Bom Princípio, Buriti dos Lopes e Cocal, que tem como prefeito Rubens Vieira, do PSDB - cometendo crimes como lavagem de dinheiro, fraude em licitação, corrupção ativa e passiva. Os 96 mandados estão sendo cumpridos no Piauí e Ceará. Os presos são de Tiaguá-CE.

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Polícia em operação na cidade de Cocal (Foto: Divulgação)
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Operação em Cocal (Foto: Divulgação)
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Foto: PRF-PI
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Foto: PRF-PI
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Foto: PRF-PI

A operação conta com a parceria da Polícia Rodoviária Federal, Tribunal de Contas da União, Controladoria Geral da União e Tribunal de Contas do Estado. De acordo com a polícia, donos de empresas fechavam contratos para realização de serviços, obras de construção com valores exorbitantes sem a devida prestação do serviço para os quais foram contratadas. Estima-se que a fraude tenha rendido R$ 19 milhões à organização. 

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Foto: PRF-PI
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Foto: PRF-PI
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Foto: PRF-PI
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Foto: PRF-PI

Estão sendo cumpridos mandados de prisão e condução coercitiva nas cidades envolvidas na operação. Os presos estão sendo encaminhados à sede do Ministério Público, em Piripiri, e logo depois serão levados à Teresina.

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Foto: PRF-PI

Documentos, dinheiro e arma de fogo foram apreendidos durante a operação.

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Pessoas conduzidas coercitivamente (Foto: PRF-PI)
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Pessoas conduzidas coercitivamente (Foto: PRF-PI)

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