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De Malas Sempre Prontas



Passaporte: o passo inicial para a sua viagem


Tirar seu passaporte é o primeiro passo para sua viagem internacional aos Estados Unidos, Europa, Ásia e qualquer outro país fora da América do Sul.

O documento permite que os cidadãos possam atravessar fronteiras, além de garantir a proteção legal do portador no exterior. Apesar do formato padronizado, cada país confecciona seus passaportes com características próprias (veja aqui).

Passaporte comum brasileiro, com chip (Foto: Reprodução)

O passaporte brasileiro, confeccionado pela casa da moeda, tem folhas magnetizadas que aumentam a segurança do documento. No entanto, desde 2010, são produzidos passaportes mais seguros ainda: o passaporte eletrônico (com chip). Neste chip, constam os dados pessoais constantes da página de identificação e informações biométricas do portador, que permitirão a sua comparação automática com os dados impressos na caderneta.

Além de um documento mais seguro, o passaporte eletrônico agiliza o controle migratório nos postos de fronteira e nos aeroportos, já que as informações do chip são lidas assim que o documento é colocado na máquina leitora.

Essa tecnologia é utilizada atualmente pelos Estados Unidos, Austrália, África do Sul, Reino Unido, Canadá, Japão, além de todos os países da União Europeia, e diversos outros, que já expedem passaportes eletrônicos para os seus cidadãos.

Com o passaporte, o cidadão brasileiro pode viajar para 153 países, sem precisar de visto. Mas não são somente os brasileiros que podem emitir passaportes no Brasil. Estrangeiros também tem acesso ao documento, como prevê a lesgislação brasileira. Isto ocorre, porque existem 5 tipos de passaportes: Comum, Oficial, Diplomático, Para Estrangeiros e De Emergência.

Cinco tipos de passaportes emitidos pelo Brasil (Foto: Reprodução)

Passaporte Comum (azul)

É concedido a todo brasileiro, nato ou naturalizado.

Validade máxima: 5 anos.

Passaporte Oficial (verde)

É concedido a:

1) servidores da administração direta que viajem em missão oficial dos governos Federal, Estadual e do Distrito Federal;
2) servidores das autarquias dos governos Federal, Estadual e do Distrito Federal, das empresas públicas, das fundações federais e das sociedades de economia mista em que a União for acionista majoritária;
3) pessoas que viajem em missão relevante para o País, a critério do Ministério das Relações Exteriores; e
4) auxiliares de adidos credenciados pelo Ministério das Relações Exteriores.

Validade máxima: 5 anos.

Passaporte Diplomático (vermelho)

É concedido a:

1) Presidente da República, ao Vice-Presidente e aos ex-Presidentes da República;
2) Ministros de Estado, aos ocupantes de cargos de natureza especial e aos titulares de Secretarias vinculadas à Presidência da República;
3) Governadores dos Estados e do Distrito Federal;
4) funcionários da Carreira de Diplomata, em atividade e aposentados, de Oficial de Chancelaria e aos Vice-Cônsules em exercício;
5) correios diplomáticos;
6) adidos credenciados pelo Ministério das Relações Exteriores;
7) militares a serviço em missões da ONU e de outros organismos internacionais, a critério do Ministério das Relações Exteriores;
8) chefes de missões diplomáticas especiais e aos chefes de delegações em reuniões de caráter diplomático, desde que designados por decreto;
9) membros do Congresso Nacional;
10) Ministros do STF, dos Tribunais Superiores e do TCU;
11) Procurador-Geral da República e Subprocuradores-Gerais do Ministério Público Federal; e
12) juízes brasileiros em Tribunais Internacionais Judiciais ou Tribunais Internacionais Arbitrais.

Validade máxima: 5 anos.

Passaporte para Estrangeiro (amarelo) 

Esse passaporte pode ser concedido:

I - no Brasil:
1) ao apátrida ou de nacionalidade indefinida;
2) ao asilado ou refugiado no País, desde que reconhecido nestas condições pelo governo brasileiro;
3) ao nacional de país que não tenha representação no território nacional nem seja representado por outro país, ouvido o Ministério das Relações Exteriores;
4) ao estrangeiro comprovadamente desprovido de qualquer documento de identidade ou de viagem, e que não tenha como comprovar sua nacionalidade;
5) ao estrangeiro legalmente registrado no Brasil e que necessite deixar o território nacional e a ele retornar, nos casos em que não disponha de documento de viagem;

II - no exterior:
1) ao apátrida ou de nacionalidade indefinida;
2) ao cônjuge, viúvo ou viúva de brasileiro que haja perdido a nacionalidade originária em virtude de casamento;
3) ao estrangeiro legalmente registrado no Brasil e que necessite ingressar no território nacional, nos casos em que não disponha de documento de viagem válido, ouvido o Departamento de Polícia Federal.

Validade máxima: 2 anos.

Passaporte de Emergência (azul celeste)

É concedido àquele que, tendo satisfeito às exigências para concessão de passaporte, necessite de documento de viagem com urgência e não possa comprovadamente aguardar o prazo de entrega, nas hipóteses de catástrofes naturais, conflitos armados ou outras situações emergenciais, individuais ou coletivas.

Validade máxima: 1 ano.

O documento marrom mostrado na foto é o Laissez-passer. Parece um passaporte, mas não é. Ele é concedido ao estrangeiro portador de documento de viagem não reconhecido pelo governo brasileiro ou que não seja válido para o Brasil. 

O RG pode ser usado para viajar entre os países do Mercosul (Foto: Reprodução)

Apesar de ser essencial para ingressar em vários países, o passaporte não é necessário para viagens na América do Sul. Por exemplo, qualquer brasileiro pode viajar para países do Mercosul (Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela) portando unicamente seu documento de identidade.

Vale lembrar que a carteira de motorista não vale nessa situação, somente o RG. O documento tem que estar atualizado, com no máximo 10 anos desde sua data de emissão; a foto deve ser recente e colorida.

Sabendo de todas essas informações, basta decidir o destino da viagem e providenciar os documentos. Arrumar as malas não será necessário, pois elas já estão sempre prontas!

No próximo post você vai saber tudo sobre Vistos. Até a próxima!




Conheça a Grécia


Oi pessoal?!

Deu para perceber que andei sumido por uns tempos aqui no blog, mas antes de qualquer coisa, gostaria de me desculpar pela minha falta por aqui. Passei esse mês viajando. Estive na Grécia, Inglaterra, França, Alemanha e Turquia e acabei de retornar de Luis Correia (para quem não sabe, essa cidade fica no litoral piauiense).

Havia preparado inúmeros posts e os deixei salvo no meu computador, mas não sei o que houve e ele teve alguns problemas técnicos, fazendo com que eu perdesse tudo que já tinha escrito. Enfim, mais uma vez me desculpe mas vamos ao que interessa.

Estou muito feliz por ter a oportunidade de conhecer um dos lugares mais bonitos que já fui na vida: Mykonos, e agora poder fazer esse post para vocês.

Não tinha ideia do quão bonita era a Grécia, fiquei encantado e se pudesse teria cancelado os outros lugares para poder ficar viajando por ali. O mar mais turquesa que já vi, um visual diferente, todos os lugares que você está você tem uma vista incrível, e o pôr do sol vocês já podem imaginar, coisa de outro mundo!

Mas como são muitas informações, vou dividir esse relato em 2 post, para assim, ficar mais fácil assimilar as informações.

(Foto: Gabriel Mazuad)

Como chegar?

Para chegar na ilha, existe a opção de chegar de avião (25 min de Atenas) da Aegean Airlines no pequeno Aeroporto de Mykonos, apenas 3 Km do centro, ou chegar através de ferry vindo de Atenas, do Porto de Piraeus ou do Porto de Rafina. No meu caso, viajei com a empresa Blue Star no ferry que partiu de Piraeus às 07h00. São cerca de 5 horas até a ilha, pois esse ferry é mais lento, mas vale a pena o passeio, pois o ferry é gigantesco e a hora lá dentro passa voando..

Chegada me Mykonos

Cheguei as 12:45 da manhã já com a visão tradicional das casinhas brancas espalhadas nos morros. Mykonos não é um lugar que se encontre hostels ou hospedagens baratas. Pelo Booking.com encontrei o Paradise View Hotel que, no momento da reserva, era um dos melhores custos-benefícios. Por e-mail é possível informar o horário da chegada que o hotel faz o transfer gratuitamente. Ao chegar no hotel que fica numa parte mais alta, dei de cara com a paisagem incrível da cidade. Ele ficava a uns 5 minutos de caminhada da praia Paradise e de hora em hora passava um ônibus que te levava para o centro da cidade por apenas 1,80 euros. O atendimento lá foi um dos mais incríveis que conheci, bem personalizado e extremamente cauteloso, tudo isso bem supervisionado pelo dono do hotel, George.

Navio Blue Star (Foto: Gabriel Mazuad)

Praias de Mykonos

Apesar da fama de paradisíacas e calmas, as praias vazias não são o forte das ilhas gregas, principalmente quando for no Summer. Não pense que vai encontrar praias praticamente exclusivas como no Caribe. Mesmo assim, Mykonos possui praias cinematográficas, distantes da cidade. Com o pequeno quadriciclo foi possível explorá-las... além de ser uma aventura pilotar esse "4 rodas" nas estradas da ilha.

As dicas das praias dadas pela recepcionista do hotel são as seguintes:

- Praias mais tranquilas são Lia, Kalafatis, Kaio Livadi e Elias, no sudeste da ilha;

- Praias com um belo visual com um paredão rochoso ao fundo são Agios Sostis e Panormos, no norte da ilha;

- Praias para assistir o pôr-do-sol, com vista para Mykonos, são Agios Stefanos e New Port, no noroeste da ilha;

- Praia com saídas para passeio em Delos é Agios Giannis (em Mykonos também tem saída, de acordo com horário das agências);

- Praias com bons cafés e restaurantes são Ornos, Psarou e Platys Gialos, no sudoeste da ilha;

- Praias do agito, do fervo! São as praias Paradise Beach e Super Paradise, no sul da ilha. Em alta temporada se assemelham a Porto Seguro no Brasil.

Praia Psarou (Foto: Gabriel Mazuad)

A cidade de Mykonos

A capital possui o mesmo nome da Ilha de Mykonos e tem seu estilo único em toda a Grécia. Na mitologia grega, Mykonos recebeu este nome devido o seu primeiro governante, Mykonos, filho ou neto do deus Apollo que era um herói local. A ilha também teria sido o local de uma grande batalha entre Zeus e Titãs e onde Hercules matou os gigantes invencíveis que traíram a proteção do Monte Olimpo. Diz-se que as grandes rochas por toda a ilha são os testículos petrificados (ou, em outras versões do mito, os cadáveres) dos gigantes.

Direcionado para "se perder", as vielas de Mykonos parecem cenário de cinema. Várias lojas e restaurantes, famosos ou não, se distribuem nesse verdadeiro labirinto. Seja de dia ou de Noite, é um passeio obrigatório se você for para essa ilha.

Centro de Mykonos

É isso aí pessoal! Na próxima semana eu falo um pouco mais sobre minhas últimas viagens.

 




Bem-vindo a Londres


Oi gente, tudo bom? 

Quem me acompanha nas redes sociais (Instagram: @gabrielmazuad) sabe que estou viajando, mais precisamente, estou em Londres.

Bem, lembram daquele post sobre Nova York em que eu disse que em breve iria contar qual era a minha cidade predileta? Pois é pessoal, é LONDON. E nada melhor pra falar no post de hoje do que a terra da rainha e seus milhares de passeios. Vou mostrar alguns locais que você não deve deixar de visitar quando for para lá. Normalmente esses passeios são feitos em três dias, para que assim você possa curtir cada local sem pressa. Então vamos lá!

Buckingham Palace

Residência da família real desde 1837, quando a Rainha Victoria assumiu o trono. Uma obra gigantesca, composta por 775 cômodos, incluindo 19 salas para receber visitantes, 52 quartos de hóspedes, 188 quartos de funcionários, 92 escritórios e 78 banheiros. A construção tem 108 metros de comprimento na parte da frente, 120 metros de profundidade e 24 metros de altura. O Palácio é um edifício de trabalho e é a peça central da monarquia constitucional britânica. Ele abriga todos os escritórios dos funcionários que ajudam nas atividades e deveres da Rainha, do duque de Edimburgo (príncipe Philip) e sua família no dia-a-dia. 

Trafalgar Square

Praça no centro de Londres, conhecida como o coraçao da cidade, que celebra a vitória da marinha britânica na Batalha de Trafalgar (1805) nas Guerras Napoleónicas. Em destaque na Trafalgar Square está o monumento dedicado ao Almirante Nelson, que liderou a Marinha Real na costa de Cadis, Espanha. Há também as estátuas de quatro leões, que parecem estar potegendo o almirante.

Nela você também encontrará possivelmente a menor estação de polícia do mundo (já desativada). A Trafalgar Square exerce um papel importante na cultura do país, pois nela acontecem importantes comemorações da Inglaterra, além de local para protestos e manifestações. Em dezembro é montada famosa árvore de Natal na praça.

National Gallery – Galeria nacional de arte

Localizada na Trafalgar Square e fundada em 1824, sua beleza externa já encanta os turistas. Ela abriga mais de 2300 obras de artes européias desde o século XIII até o século XX. A coleção da galeria é considerada uma das mais finas do mundo com obras de Claude-Oscar Monet, Vincent Van Gogh, Leonardo da Vinci e muito mais! É uma das atrações mais visitadas em Londres e o quinto museu mais visitado do mundo. Como todos o museus Londrinos, sua entrada é gratuita. Eu aconselho fazer uma visita de uns 40 minutos na Galeria.

Westminster Abbey – Abadia de Westminster

Igreja mais importante no Reino Unido, pois é nela que ocorre a coroação da Monarquia. Também estão sepultados nela William Shakespeare, Sir Isaac Newton e Charles Darwin. Na entrada principal da Igreja voce ainda encontra a cadeira usada para a coroação dos reis e rainhas desde 1296. A igreja é uma construção gótica e foi fundada em 1065. As visitas custam umas 20 libras (adulto), e o horário de funcionamento é das 9h30 às 15h30.

Palace of Westminster – Palácio de Westminster

Com certeza a construção mais imponente e bonita de Londres. Em uma de suas torres está o famoso sino Big Ben. Westminster é o atual prédio do parlamento do Reino Unido (Houses of Parliament) onde são aprovadas as leis. O palácio fica situado na margem do Rio Tâmisa e a cena é realmente de cinema. São mais de 1000 salas, 100 escadarias e 5 km de corredores internamente e externamente uma arquitetura de faltar o fôlego!

Foto: Reprodução

Big Ben:

Big Ben é o grande sino (sim, o Big Ben na verdade é um sino e não o relógio como todos pensam) que pesa 13.5 toneladas, com uma altura de 2,39 metros, que foi instalado no ano de 1858 dentro da torre. Na época, o ministro de obras públicas de Londres era um senhor alto e forte, com o apelido de Big Ben. Essa é a explicação do porque o sino que é um dos maiores símbolos do Reino Unido leva essa nome! Mais uma curiosidade é que a torre se chama Elizabeth e existe tour pros turistas que querem conhecer a torre por dentro e o sino. O lugar é um cartão postal de Londres, e todo turista tem obrigação de tirar uma foto nesse lugar mágico a beira do Rio Tâmisa.

Passando o big ben, você estará em cima da ponte Westminster. Atravesse a ponte pelo lado do parlamento, pois as fotos ficarão mais bonitas. A vista da ponte é a mais bonita e com certeza o melhor lugar para tirar fotos. Quanto mais você se distanciar do parlamento, mais bonita ficará sua foto. Quando chegar ao final dela, atravesse para o outro lado por debaixo da ponte e siga em direção a roda gigante mais famosa do mundo, a London eye.

London Eye

Roda gigante situada nas margens do Rio Tâmisa. Mais de 3 milhões de turistas dão a volta nela por ano. A volta tem duração de 30 minutos e oferece uma vista panorâmica de Londres muito bonita. Para comprar os tickets você pode enfrentar a fila na hora na bilheteria quase em frente a London eye, ou entre no site. O banheiro público quase em frente à London Eye vale uma visita. Ele é todo decorado com adereços da Inglaterra. Um charme!

Foto: Reprodução

Harrods

A loja de departamento inglesa mais famosa e tradicional, é um lugar muito luxuoso localizado bem no centro da cidade. Sua história começou em 1824 quando Charles Henry Harrod abriu sua primeira loja de tecelagem e desde então, nunca parou de crescer. As milhares de marcas e produtos, e a imponência da sua arquitetura continua surpreendendo e intrigando pessoas do mundo inteiro. É um passeio obrigatório pra quem visita Londres. A loja tem aproximadamente 20 mil metros quadrados de espaço para vendas e mais de 330 departamentos, tornando-a a maior loja de departamentos da Europa. Você não precisa comprar nada, mas só a arquitetura do lugar já deixa você de queixo caído. Não deixe de visitar as 3 áreas de alimentação onde são vendidas as melhores comidas dos 4 cantos do mundo, simplesmente deslumbrante. Sem falar na sua decoração que é um sonho! Visite também a sessão onde são vendidos os produtos da Harrods. Você encontrará de tudo e poderá ser uma ótima opção para presentes. Não deixe de pegar o elevador que é muito chique, antigo e diferente. Vale lembrar que a Harrods fecha as 20h.

Tower Bridge

Essa ponte demorou 8 anos para ser construída e foi inaugurada em 1894. Sua história é muito interessante, pois no século XVIII por conta do desenvolvimento comercial em Londres, tiveram que fazer uma ponte para as pessoas atravessarem o Rio Tâmisa, mas ao mesmo tempo, eles não poderiam impedir a passagem de navios no rio. A solução, foi fazer uma ponte que se elevasse (abrisse no meio), para os navios passarem. Um espetáculo! Ela abre em média 1000 vezes por ano e aproximadamente 40 mil pessoas cruzam ela por dia.

Foto: Reprodução

Tower of London – Torre de Londres

O castelo que abriga o maior número de histórias do Reino Unido, foi construído em 1078 inicialmente para ser uma fortificação da cidade e a residência da Monarquia. Ao longo do tempo, foi exercendo outros papéis, sendo o mais marcante deles quando o castelo se tornou uma prisão onde muitas pessoas foram executadas e torturadas. Um importante fato é que durante a segunda guerra mundial eles mantinham no castelo apenas os prisioneiros mais importantes e famosos, sendo um deles o vice de Adolf Hittler. Hoje, o castelo abriga a coleção das coroas e jóias da família real, inclusive a da atual Rainha Elizabeth II. Um patrimônio mundial da Unesco e uma das atrações mais visitadas de Londres.

Quando passar pela frente do castelo e andar pela lateral dele, você chegará na rua Lower Thames Street. Vou dar uma sugestão bacana agora. Como nossa próxima parada é pertinho, e o caminho até lá é muito bonito, seria interessante pegar um taxi, aquele estilo ingles, preto e antigo, para vivenciar essa experiência. O taxi não tem porta malas, o espaço é bem grande para acomodar 6 pessoas, e você fala com o motorista por um microfone. Peça para ir até a St Pauls Cathedral. Se não quiser pegar o taxi, procure pela estação Tower Hill do metrô e pegue a linha Circle & District (verde e amarela) em direção a estação Monument. Troque para a Central line (linha vermelha), e siga em direção a estação de St. Paul’s.

Atrás da estação, fica a mais grandiosa catedral da Inglaterra. Ande um pouquinho e você já avistará sua enorme cúpula. Não deixe de visitar a catedral por dentro, principalmente a área do altar e a cúpula.

St Paul’s Cathedral – Catedral Anglicana de São Paulo

A mais grandiosa da Inglaterra e umas das maiores catedrais do mundo. Sua arquitetura é deslumbrante! Além de ser a sede do bispo de Londres, ela foi o local onde a princesa Daiana e o Principe Charles se casaram e onde foi comemorado o aniversário de 80 anos da Rainha Elizabeth II. Ela foi erguida em 604, sim 604. Mas, um arquiteto resolveu reformá-la e essa arquitetura de estilo renascente que podemos ver atualmente foi construída em 1670. Sua grandiosidade impressiona tanto externamente quanto internamente!

Se estiver com fome, ao lado da catedral tem uma lanchonete deliciosa chamada GBK(Gourmet Burguer kitchen). O milkshake de Oreo é show. 

Piccadilly Circus

Uma área muito famosa para compras, pelos gigantes telões publicitários (Piccadilly lights), musicais, teatros, muitas lojas e restaurantes. A pracinha principal de Piccadilly onde encontra-se a estátua de Eros (um anjo de alumínio) é a área central de Piccadilly.

Foto: Reprodução

Saindo da loja do M&Ms, voltar no sentido do metrô, atravessar a pracinha de Piccadilly e seguir para a rua que na minha opinião tem uma das arquiteturas mais bonitas de Londres: a Regent street. 

Regent Street

Localizada na região mais comercial da cidade, mas por conta da sua arquitetura, a atmosfera se torna toda especial. Mesmo quem não for as compras se encantará com a arquitetura dos prédios das lojas e com certeza o passeio renderá algumas fotos. Você encontrará lojas de marca e lojas mais populares. Dou destaque a Hamleys- uma loja britânica de brinquedos muito famosa fundada em 1760 com 7 andares que dizem ser a maior loja de brinquedos do mundo. Também destaco a Liberty, uma loja de departamento não muito grande, mas sua arquitetura medieval da um charme ao local! Como brasileiro adora uma comprinha, no final da Regent street está a rua Oxford Street, também muito famosa. Uma rua comercial com lojas de roupas, sapatos, lojas de departamentos e etc…No final da Regent Street, encontra-se a rua Oxford Street.

Oxford Street

Foto: Reprodução

Hyde Park

O parque mais famoso por ser um dos parques da família real e o maior parque de Londres. Uma ótima opção para passar o dia em família, namorar, fazer picnic, exercitar e ver um pouquinho da rotina dos Londrinos que costumam usufruir muito da natureza e qualidade de vida que os parques oferecem. São 1.42km² de parque com mais de 4 mil árvores, tudo verdinho, um enorme lago para passear de barquinho, passeio a cavalo, memorial dedicado a princesa Daiana, restaurante, cafés e muita beleza! Vale super a pena uma visita. O parque tem várias entradas imponentes, mas a principal fica ao lado da estação de metrô Hyde Park Corner. Junto ao Hyde Park, encontra-se o Kensington Gardens, o parque onde fica o palácio que a princesa Daiana morou (Kensington Palace) e onde o príncipe William e a Kate moram hoje em dia. Para chegar lá, siga as placas no Hyde Park para o Kensington Palace.

Foto: Reprodução

Perto do Albert Hall tem uma rua chamada Exhibition road onde vamos caminhar por aproximadamente 10 minutos em direção ao Natural History Museum. Mas, se preferir, pegue um táxi também. Como não temos muito tempo, eu sugiro dar uma olhada rápida no hall principal, tirar umas fotos da sua fachada e seguir para o próximo destino.

Natural History Museum – Museu de História Natural 

Um dos três principais museus de Londres. São centenas de exposições interativas e emocionantes sobre ciências da vida e da terra em um dos mais belos edifícios históricos de Londres. Outra construção que por si só já vale a visita. A entrada principal onde localiza-se o hall central mais parece um palácio (hall onde encontra-se um esqueleto enorme de um dinossauro). São cerca de 70 milhões de espécies ou itens.

Covent Garden

Bairro muito famoso onde milhares de turistas visitam todos os dias por diversos motivos. Um lugar cheio de lojas, pubs, restaurantes e teatros. Quando descer na estação de Covent Garden, ande em direção a “praça”, local mais central do bairro, onde você encontrará cafés, boutiques, restaurantes, e o Mercado de artesanato. Outra característica do local, são os artistas que ficam fazendo performance na rua, um ótimo entretenimento gratuito com shows de mágicas, ópera, malabarismo, comédia, música e muito mais! Dicas: visitar um dos Pubs mais antigos da cidade, (Lamb & Flag) na Rose Street, fundado por volta de 1770. Uma das casas mais famosas de Ópera do mundo também fica em Covent Garden (The Royal Opera House). A loja da Apple fica na praça principal. A Ladurre uma loja francesa que vende os famosos macarrones também localiza-se na praça central.

Bristish Museum

Foi fundado em 1753 e foi o primeiro museu público gratuito do mundo! Não sou uma pessoa que gosto muito de museu, mas achei que esse vale muito a pena. Ele conta com seus quase 8 milhões de objetos a história das diferentes culturas da humanidade e suas conquistas dos últimos 2 milhões de anos. É um lugar interessantíssimo que permite que os visitantes tenham contato com as mais variadas formas de arte de todo o mundo ao longo dos séculos.

Se você não tiver muito tempo para explorar o museu, escolha uma das galerias que mais interessar ou então, vale até a pena olhar o museu rapidamente. Achei a parte mais interessante e bonita do Egito Antigo, Roma Antiga e Grécia Antiga. Um dos objetos mais famosos do museu é a Pedra da Roseta, um importante monumento egípcio do ano 196 antes de Cristo que está escrito em três diferentes línguas. A pedra tem um importantíssimo papel na história, pois foi graças a ela que os arqueólogos decifraram os hieróglifos egípcios

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Saiba como se comunicar no exterior


Viajar pra outros países provavelmente nunca esteve tão acessível como nos últimos anos, em que o preço das passagens de avião já não são tão absurdos e a entrada em boa parte das pátrias estrangeiras está mais receptiva.

Para esse tipo de viagem, é preciso pensar em muitos detalhes importantes, como o passaporte, a forma de transporte, o visto (quando este for exigido) e também o dinheiro que você vai usar para viver enquanto estiver no exterior. 

Foto: Reprodução

Porém, um detalhe que alguns viajantes acabam esquecendo-se de planejar é a maneira como eles vão se comunicar com os parentes e amigos do Brasil, ou até mesmo com as pessoas da própria terra que estiverem visitando. Nesses casos, como fazer para ter um celular durante a viagem sem gastar uma fortuna por esse serviço? Por isso, o Blog de Malas Sempre Prontas vai te falar de algumas das opções mais utilizadas.

Habilitando o roaming internacional

O roaming internacional é a maneira mais comum de manter a comunicação funcionando normalmente enquanto se está em outro país, apesar de estar longe de ser a mais econômica. Essa alternativa faz com que a rede de origem do seu aparelho, gerada pela operadora contratada, seja alterada para uma outra rede que corresponda ao local onde você estiver.

A vantagem desta opção é o fato de o seu número continuar o mesmo, já que o que muda é apenas é a origem do sinal utilizado. Portanto, seus amigos e familiares podem continuar ligando e enviando mensagem para o mesmo número normalmente.

A desvantagem é a quantia em reais que você provavelmente vai desembolsar com esse serviço, já que você deve pagar taxas especiais para cada operação feita. Os valores variam muito de operadora para operadora e de plano para plano (realmente os planos são inviáveis, pois os preços são absurdamente caros). O melhor é sempre se informar para evitar surpresas desagradáveis no fim do mês.

Aluguel/Compra de aparelhos e chips no local da viagem

Acho que em quase todos os países é possível comprar um chip pré-pago de uma operadora do próprio local. Na maior parte dos casos, você paga um valor mais em conta do que gastaria de adquirisse um plano no Brasil. 

Porém, antes de sair comprando é preciso prestar atenção nas configurações-padrão utilizadas pelas operadoras e tomar cuidado com a compatibilidade entre o seu aparelho e as tecnologias apresentadas pelo país.

Em alguns casos, é mais vantajoso comprar ou alugar um aparelho no local com um chip próprio para aquele telefone. Outra opção é a possibilidade de procurar empresas que ofereçam pacotes de dados e de minutos específicos para turistas no local para o qual você está viajando.

Utilizando um chip da Maxroam

É um chip criado especialmente para os viajantes que estão com as malas prontas para viajar para o exterior que oferece tanto créditos para ligações e envio de mensagens quanto pacotes de conexão com a internet. A parte mais interessante deste serviço é o custo apresentado por ele: cerca de 70% mais barato do que utilizar um roaming internacional.

Foto: Reprodução

Como o produto se trata de um chip, assim como o que utilizamos normalmente em nossos aparelhos no Brasil, ele é compatível com todos os tipos de smartphones existentes e que sigam esse padrão. Para adquirir esse item, basta acessar o site do serviço e contratar o pacote que esteja mais adequado às suas necessidades.

Aplicativos de Comunicação

Existem inúmeros aplicativos que te permite comunicar com quem você quiser. Os mais conhecidos são o Whats App ( que te permite fazer ligações de graça precisando apenas de conexão com a internet para outro numero com Whats app), o Skype( que pode ser de graça se a ligação for para outro Skype, ou pagando se você por créditos na sua conta permitindo assim você ligar até para números fixos e pode fazer chamadas de video), Voxer( um aplicativo de chamadas de voz) e Facetime ( aplicativo para chamada de vídeo).

A grande desvantagem é que você não tem internet 24 hrs e tem que ficar preso a redes de Wi fi para poder efetivar uma ligação. As vezes pode ser uma séria dor de cabeça.

Enfim, sou adepto da compra do chip, assim tenho internet 24hrs por dia e posso então ficar direto em comunicação com quem eu quiser. Breve farei um post exclusivo para te ensinar como é que fazemos para comprar os chips e quais planos você deve fazer!

 




Imigração nos Estados Unidos


Oi pessoal? Estão viajando muito?

Muitas pessoas ficam preocupadas com a chegada nos Estados Unidos, por ter que passar pela conversa com os agentes de imigração e os fiscais da alfândega.Por conta disso, resolvi dar algumas dicas para tranquilizar a todos e mostrar que a imigração americana não é o “bicho-papão”.Acredite ou não mas eu acho a imigração do Reino Unido bem mais tensa rsrs.

Divulgação

Mas você sabe porque existe este processo todo? Apesar de você estar com um visto americano em seu passaporte (ou passaporte europeu), o governo americano quer certificar que você não está com intenção de morar ilegalmente no país( o sonho de consumo de muita gente). Assim, eles querem assegurar que você possui laços com o país de origem, no nosso caso, o Brasil.

Após pousar nos Estados Unidos, você precisará passar pelos agentes de imigração e pela alfândega (o chamado “customs”). Isto  acontecerá mesmo que você ainda não tenha chegado em seu destino final. Por exemplo, muitas pessoas pousam em Miami e depois embarcam para NY ou Orlando. O procedimento de imigração é feito na primeira cidade americana que você desembarcar, neste caso, Miami.
Após sair do avião, basta seguir as pessoas, pois todos tem que passar pela imigração, mesmo os cidadãos americanos.

Suas malas só estarão disponíveis depois que você passar pelos agentes de imigração americanos.Se você não souber falar inglês, não veja isso como um problema pois a maioria dos agentes sabem falar espanhol e muitos até arranham um português. Não se preocupe com isto. Eles vão te entender mais do que você pensa…

Quando você chega no local onde estão os guichês nos quais os agentes de imigração estão, existe uma área para os cidadãos americanos e outras para os estrangeiros (não importa se você tem passaporte europeu, dá na mesma). Siga a orientação dos guardas, que te direcionarão para o atendimento a estrangeiros.Dependendo do portão no qual você desembarcou, pode existir uma fila única ou várias filas pequenas, na frente de cada guichê. Basta escolher uma delas e esperar.

Quando chegar a sua vez você precisará do passaporte com visto americano e os formulários preenchidos:– 6059B (azul): um por família.Sempre é recomendado que você leve uma pastinha em mãos (fora da mala) com a reserva do seu hotel e a reserva do retorno aéreo, caso o agente solicite.

Divulgação

Viu como não é um problema.Uso muito a expressão, quem não deve não teme haha! #partiueua

 





Veja mais

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19 de Outubro de 2017 às 14:18

Passaporte: o passo inicial para a sua viagem


Tirar seu passaporte é o primeiro passo para sua viagem internacional aos Estados Unidos, Europa, Ásia e qualquer outro país fora da América do Sul.

O documento permite que os cidadãos possam atravessar fronteiras, além de garantir a proteção legal do portador no exterior. Apesar do formato padronizado, cada país confecciona seus passaportes com características próprias (veja aqui).

Passaporte comum brasileiro, com chip (Foto: Reprodução)

O passaporte brasileiro, confeccionado pela casa da moeda, tem folhas magnetizadas que aumentam a segurança do documento. No entanto, desde 2010, são produzidos passaportes mais seguros ainda: o passaporte eletrônico (com chip). Neste chip, constam os dados pessoais constantes da página de identificação e informações biométricas do portador, que permitirão a sua comparação automática com os dados impressos na caderneta.

Além de um documento mais seguro, o passaporte eletrônico agiliza o controle migratório nos postos de fronteira e nos aeroportos, já que as informações do chip são lidas assim que o documento é colocado na máquina leitora.

Essa tecnologia é utilizada atualmente pelos Estados Unidos, Austrália, África do Sul, Reino Unido, Canadá, Japão, além de todos os países da União Europeia, e diversos outros, que já expedem passaportes eletrônicos para os seus cidadãos.

Com o passaporte, o cidadão brasileiro pode viajar para 153 países, sem precisar de visto. Mas não são somente os brasileiros que podem emitir passaportes no Brasil. Estrangeiros também tem acesso ao documento, como prevê a lesgislação brasileira. Isto ocorre, porque existem 5 tipos de passaportes: Comum, Oficial, Diplomático, Para Estrangeiros e De Emergência.

Cinco tipos de passaportes emitidos pelo Brasil (Foto: Reprodução)

Passaporte Comum (azul)

É concedido a todo brasileiro, nato ou naturalizado.

Validade máxima: 5 anos.

Passaporte Oficial (verde)

É concedido a:

1) servidores da administração direta que viajem em missão oficial dos governos Federal, Estadual e do Distrito Federal;
2) servidores das autarquias dos governos Federal, Estadual e do Distrito Federal, das empresas públicas, das fundações federais e das sociedades de economia mista em que a União for acionista majoritária;
3) pessoas que viajem em missão relevante para o País, a critério do Ministério das Relações Exteriores; e
4) auxiliares de adidos credenciados pelo Ministério das Relações Exteriores.

Validade máxima: 5 anos.

Passaporte Diplomático (vermelho)

É concedido a:

1) Presidente da República, ao Vice-Presidente e aos ex-Presidentes da República;
2) Ministros de Estado, aos ocupantes de cargos de natureza especial e aos titulares de Secretarias vinculadas à Presidência da República;
3) Governadores dos Estados e do Distrito Federal;
4) funcionários da Carreira de Diplomata, em atividade e aposentados, de Oficial de Chancelaria e aos Vice-Cônsules em exercício;
5) correios diplomáticos;
6) adidos credenciados pelo Ministério das Relações Exteriores;
7) militares a serviço em missões da ONU e de outros organismos internacionais, a critério do Ministério das Relações Exteriores;
8) chefes de missões diplomáticas especiais e aos chefes de delegações em reuniões de caráter diplomático, desde que designados por decreto;
9) membros do Congresso Nacional;
10) Ministros do STF, dos Tribunais Superiores e do TCU;
11) Procurador-Geral da República e Subprocuradores-Gerais do Ministério Público Federal; e
12) juízes brasileiros em Tribunais Internacionais Judiciais ou Tribunais Internacionais Arbitrais.

Validade máxima: 5 anos.

Passaporte para Estrangeiro (amarelo) 

Esse passaporte pode ser concedido:

I - no Brasil:
1) ao apátrida ou de nacionalidade indefinida;
2) ao asilado ou refugiado no País, desde que reconhecido nestas condições pelo governo brasileiro;
3) ao nacional de país que não tenha representação no território nacional nem seja representado por outro país, ouvido o Ministério das Relações Exteriores;
4) ao estrangeiro comprovadamente desprovido de qualquer documento de identidade ou de viagem, e que não tenha como comprovar sua nacionalidade;
5) ao estrangeiro legalmente registrado no Brasil e que necessite deixar o território nacional e a ele retornar, nos casos em que não disponha de documento de viagem;

II - no exterior:
1) ao apátrida ou de nacionalidade indefinida;
2) ao cônjuge, viúvo ou viúva de brasileiro que haja perdido a nacionalidade originária em virtude de casamento;
3) ao estrangeiro legalmente registrado no Brasil e que necessite ingressar no território nacional, nos casos em que não disponha de documento de viagem válido, ouvido o Departamento de Polícia Federal.

Validade máxima: 2 anos.

Passaporte de Emergência (azul celeste)

É concedido àquele que, tendo satisfeito às exigências para concessão de passaporte, necessite de documento de viagem com urgência e não possa comprovadamente aguardar o prazo de entrega, nas hipóteses de catástrofes naturais, conflitos armados ou outras situações emergenciais, individuais ou coletivas.

Validade máxima: 1 ano.

O documento marrom mostrado na foto é o Laissez-passer. Parece um passaporte, mas não é. Ele é concedido ao estrangeiro portador de documento de viagem não reconhecido pelo governo brasileiro ou que não seja válido para o Brasil. 

O RG pode ser usado para viajar entre os países do Mercosul (Foto: Reprodução)

Apesar de ser essencial para ingressar em vários países, o passaporte não é necessário para viagens na América do Sul. Por exemplo, qualquer brasileiro pode viajar para países do Mercosul (Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela) portando unicamente seu documento de identidade.

Vale lembrar que a carteira de motorista não vale nessa situação, somente o RG. O documento tem que estar atualizado, com no máximo 10 anos desde sua data de emissão; a foto deve ser recente e colorida.

Sabendo de todas essas informações, basta decidir o destino da viagem e providenciar os documentos. Arrumar as malas não será necessário, pois elas já estão sempre prontas!

No próximo post você vai saber tudo sobre Vistos. Até a próxima!




19 de Outubro de 2017 às 13:22

Conheça a Grécia


Oi pessoal?!

Deu para perceber que andei sumido por uns tempos aqui no blog, mas antes de qualquer coisa, gostaria de me desculpar pela minha falta por aqui. Passei esse mês viajando. Estive na Grécia, Inglaterra, França, Alemanha e Turquia e acabei de retornar de Luis Correia (para quem não sabe, essa cidade fica no litoral piauiense).

Havia preparado inúmeros posts e os deixei salvo no meu computador, mas não sei o que houve e ele teve alguns problemas técnicos, fazendo com que eu perdesse tudo que já tinha escrito. Enfim, mais uma vez me desculpe mas vamos ao que interessa.

Estou muito feliz por ter a oportunidade de conhecer um dos lugares mais bonitos que já fui na vida: Mykonos, e agora poder fazer esse post para vocês.

Não tinha ideia do quão bonita era a Grécia, fiquei encantado e se pudesse teria cancelado os outros lugares para poder ficar viajando por ali. O mar mais turquesa que já vi, um visual diferente, todos os lugares que você está você tem uma vista incrível, e o pôr do sol vocês já podem imaginar, coisa de outro mundo!

Mas como são muitas informações, vou dividir esse relato em 2 post, para assim, ficar mais fácil assimilar as informações.

(Foto: Gabriel Mazuad)

Como chegar?

Para chegar na ilha, existe a opção de chegar de avião (25 min de Atenas) da Aegean Airlines no pequeno Aeroporto de Mykonos, apenas 3 Km do centro, ou chegar através de ferry vindo de Atenas, do Porto de Piraeus ou do Porto de Rafina. No meu caso, viajei com a empresa Blue Star no ferry que partiu de Piraeus às 07h00. São cerca de 5 horas até a ilha, pois esse ferry é mais lento, mas vale a pena o passeio, pois o ferry é gigantesco e a hora lá dentro passa voando..

Chegada me Mykonos

Cheguei as 12:45 da manhã já com a visão tradicional das casinhas brancas espalhadas nos morros. Mykonos não é um lugar que se encontre hostels ou hospedagens baratas. Pelo Booking.com encontrei o Paradise View Hotel que, no momento da reserva, era um dos melhores custos-benefícios. Por e-mail é possível informar o horário da chegada que o hotel faz o transfer gratuitamente. Ao chegar no hotel que fica numa parte mais alta, dei de cara com a paisagem incrível da cidade. Ele ficava a uns 5 minutos de caminhada da praia Paradise e de hora em hora passava um ônibus que te levava para o centro da cidade por apenas 1,80 euros. O atendimento lá foi um dos mais incríveis que conheci, bem personalizado e extremamente cauteloso, tudo isso bem supervisionado pelo dono do hotel, George.

Navio Blue Star (Foto: Gabriel Mazuad)

Praias de Mykonos

Apesar da fama de paradisíacas e calmas, as praias vazias não são o forte das ilhas gregas, principalmente quando for no Summer. Não pense que vai encontrar praias praticamente exclusivas como no Caribe. Mesmo assim, Mykonos possui praias cinematográficas, distantes da cidade. Com o pequeno quadriciclo foi possível explorá-las... além de ser uma aventura pilotar esse "4 rodas" nas estradas da ilha.

As dicas das praias dadas pela recepcionista do hotel são as seguintes:

- Praias mais tranquilas são Lia, Kalafatis, Kaio Livadi e Elias, no sudeste da ilha;

- Praias com um belo visual com um paredão rochoso ao fundo são Agios Sostis e Panormos, no norte da ilha;

- Praias para assistir o pôr-do-sol, com vista para Mykonos, são Agios Stefanos e New Port, no noroeste da ilha;

- Praia com saídas para passeio em Delos é Agios Giannis (em Mykonos também tem saída, de acordo com horário das agências);

- Praias com bons cafés e restaurantes são Ornos, Psarou e Platys Gialos, no sudoeste da ilha;

- Praias do agito, do fervo! São as praias Paradise Beach e Super Paradise, no sul da ilha. Em alta temporada se assemelham a Porto Seguro no Brasil.

Praia Psarou (Foto: Gabriel Mazuad)

A cidade de Mykonos

A capital possui o mesmo nome da Ilha de Mykonos e tem seu estilo único em toda a Grécia. Na mitologia grega, Mykonos recebeu este nome devido o seu primeiro governante, Mykonos, filho ou neto do deus Apollo que era um herói local. A ilha também teria sido o local de uma grande batalha entre Zeus e Titãs e onde Hercules matou os gigantes invencíveis que traíram a proteção do Monte Olimpo. Diz-se que as grandes rochas por toda a ilha são os testículos petrificados (ou, em outras versões do mito, os cadáveres) dos gigantes.

Direcionado para "se perder", as vielas de Mykonos parecem cenário de cinema. Várias lojas e restaurantes, famosos ou não, se distribuem nesse verdadeiro labirinto. Seja de dia ou de Noite, é um passeio obrigatório se você for para essa ilha.

Centro de Mykonos

É isso aí pessoal! Na próxima semana eu falo um pouco mais sobre minhas últimas viagens.

 




19 de Outubro de 2017 às 00:23

Bem-vindo a Londres


Oi gente, tudo bom? 

Quem me acompanha nas redes sociais (Instagram: @gabrielmazuad) sabe que estou viajando, mais precisamente, estou em Londres.

Bem, lembram daquele post sobre Nova York em que eu disse que em breve iria contar qual era a minha cidade predileta? Pois é pessoal, é LONDON. E nada melhor pra falar no post de hoje do que a terra da rainha e seus milhares de passeios. Vou mostrar alguns locais que você não deve deixar de visitar quando for para lá. Normalmente esses passeios são feitos em três dias, para que assim você possa curtir cada local sem pressa. Então vamos lá!

Buckingham Palace

Residência da família real desde 1837, quando a Rainha Victoria assumiu o trono. Uma obra gigantesca, composta por 775 cômodos, incluindo 19 salas para receber visitantes, 52 quartos de hóspedes, 188 quartos de funcionários, 92 escritórios e 78 banheiros. A construção tem 108 metros de comprimento na parte da frente, 120 metros de profundidade e 24 metros de altura. O Palácio é um edifício de trabalho e é a peça central da monarquia constitucional britânica. Ele abriga todos os escritórios dos funcionários que ajudam nas atividades e deveres da Rainha, do duque de Edimburgo (príncipe Philip) e sua família no dia-a-dia. 

Trafalgar Square

Praça no centro de Londres, conhecida como o coraçao da cidade, que celebra a vitória da marinha britânica na Batalha de Trafalgar (1805) nas Guerras Napoleónicas. Em destaque na Trafalgar Square está o monumento dedicado ao Almirante Nelson, que liderou a Marinha Real na costa de Cadis, Espanha. Há também as estátuas de quatro leões, que parecem estar potegendo o almirante.

Nela você também encontrará possivelmente a menor estação de polícia do mundo (já desativada). A Trafalgar Square exerce um papel importante na cultura do país, pois nela acontecem importantes comemorações da Inglaterra, além de local para protestos e manifestações. Em dezembro é montada famosa árvore de Natal na praça.

National Gallery – Galeria nacional de arte

Localizada na Trafalgar Square e fundada em 1824, sua beleza externa já encanta os turistas. Ela abriga mais de 2300 obras de artes européias desde o século XIII até o século XX. A coleção da galeria é considerada uma das mais finas do mundo com obras de Claude-Oscar Monet, Vincent Van Gogh, Leonardo da Vinci e muito mais! É uma das atrações mais visitadas em Londres e o quinto museu mais visitado do mundo. Como todos o museus Londrinos, sua entrada é gratuita. Eu aconselho fazer uma visita de uns 40 minutos na Galeria.

Westminster Abbey – Abadia de Westminster

Igreja mais importante no Reino Unido, pois é nela que ocorre a coroação da Monarquia. Também estão sepultados nela William Shakespeare, Sir Isaac Newton e Charles Darwin. Na entrada principal da Igreja voce ainda encontra a cadeira usada para a coroação dos reis e rainhas desde 1296. A igreja é uma construção gótica e foi fundada em 1065. As visitas custam umas 20 libras (adulto), e o horário de funcionamento é das 9h30 às 15h30.

Palace of Westminster – Palácio de Westminster

Com certeza a construção mais imponente e bonita de Londres. Em uma de suas torres está o famoso sino Big Ben. Westminster é o atual prédio do parlamento do Reino Unido (Houses of Parliament) onde são aprovadas as leis. O palácio fica situado na margem do Rio Tâmisa e a cena é realmente de cinema. São mais de 1000 salas, 100 escadarias e 5 km de corredores internamente e externamente uma arquitetura de faltar o fôlego!

Foto: Reprodução

Big Ben:

Big Ben é o grande sino (sim, o Big Ben na verdade é um sino e não o relógio como todos pensam) que pesa 13.5 toneladas, com uma altura de 2,39 metros, que foi instalado no ano de 1858 dentro da torre. Na época, o ministro de obras públicas de Londres era um senhor alto e forte, com o apelido de Big Ben. Essa é a explicação do porque o sino que é um dos maiores símbolos do Reino Unido leva essa nome! Mais uma curiosidade é que a torre se chama Elizabeth e existe tour pros turistas que querem conhecer a torre por dentro e o sino. O lugar é um cartão postal de Londres, e todo turista tem obrigação de tirar uma foto nesse lugar mágico a beira do Rio Tâmisa.

Passando o big ben, você estará em cima da ponte Westminster. Atravesse a ponte pelo lado do parlamento, pois as fotos ficarão mais bonitas. A vista da ponte é a mais bonita e com certeza o melhor lugar para tirar fotos. Quanto mais você se distanciar do parlamento, mais bonita ficará sua foto. Quando chegar ao final dela, atravesse para o outro lado por debaixo da ponte e siga em direção a roda gigante mais famosa do mundo, a London eye.

London Eye

Roda gigante situada nas margens do Rio Tâmisa. Mais de 3 milhões de turistas dão a volta nela por ano. A volta tem duração de 30 minutos e oferece uma vista panorâmica de Londres muito bonita. Para comprar os tickets você pode enfrentar a fila na hora na bilheteria quase em frente a London eye, ou entre no site. O banheiro público quase em frente à London Eye vale uma visita. Ele é todo decorado com adereços da Inglaterra. Um charme!

Foto: Reprodução

Harrods

A loja de departamento inglesa mais famosa e tradicional, é um lugar muito luxuoso localizado bem no centro da cidade. Sua história começou em 1824 quando Charles Henry Harrod abriu sua primeira loja de tecelagem e desde então, nunca parou de crescer. As milhares de marcas e produtos, e a imponência da sua arquitetura continua surpreendendo e intrigando pessoas do mundo inteiro. É um passeio obrigatório pra quem visita Londres. A loja tem aproximadamente 20 mil metros quadrados de espaço para vendas e mais de 330 departamentos, tornando-a a maior loja de departamentos da Europa. Você não precisa comprar nada, mas só a arquitetura do lugar já deixa você de queixo caído. Não deixe de visitar as 3 áreas de alimentação onde são vendidas as melhores comidas dos 4 cantos do mundo, simplesmente deslumbrante. Sem falar na sua decoração que é um sonho! Visite também a sessão onde são vendidos os produtos da Harrods. Você encontrará de tudo e poderá ser uma ótima opção para presentes. Não deixe de pegar o elevador que é muito chique, antigo e diferente. Vale lembrar que a Harrods fecha as 20h.

Tower Bridge

Essa ponte demorou 8 anos para ser construída e foi inaugurada em 1894. Sua história é muito interessante, pois no século XVIII por conta do desenvolvimento comercial em Londres, tiveram que fazer uma ponte para as pessoas atravessarem o Rio Tâmisa, mas ao mesmo tempo, eles não poderiam impedir a passagem de navios no rio. A solução, foi fazer uma ponte que se elevasse (abrisse no meio), para os navios passarem. Um espetáculo! Ela abre em média 1000 vezes por ano e aproximadamente 40 mil pessoas cruzam ela por dia.

Foto: Reprodução

Tower of London – Torre de Londres

O castelo que abriga o maior número de histórias do Reino Unido, foi construído em 1078 inicialmente para ser uma fortificação da cidade e a residência da Monarquia. Ao longo do tempo, foi exercendo outros papéis, sendo o mais marcante deles quando o castelo se tornou uma prisão onde muitas pessoas foram executadas e torturadas. Um importante fato é que durante a segunda guerra mundial eles mantinham no castelo apenas os prisioneiros mais importantes e famosos, sendo um deles o vice de Adolf Hittler. Hoje, o castelo abriga a coleção das coroas e jóias da família real, inclusive a da atual Rainha Elizabeth II. Um patrimônio mundial da Unesco e uma das atrações mais visitadas de Londres.

Quando passar pela frente do castelo e andar pela lateral dele, você chegará na rua Lower Thames Street. Vou dar uma sugestão bacana agora. Como nossa próxima parada é pertinho, e o caminho até lá é muito bonito, seria interessante pegar um taxi, aquele estilo ingles, preto e antigo, para vivenciar essa experiência. O taxi não tem porta malas, o espaço é bem grande para acomodar 6 pessoas, e você fala com o motorista por um microfone. Peça para ir até a St Pauls Cathedral. Se não quiser pegar o taxi, procure pela estação Tower Hill do metrô e pegue a linha Circle & District (verde e amarela) em direção a estação Monument. Troque para a Central line (linha vermelha), e siga em direção a estação de St. Paul’s.

Atrás da estação, fica a mais grandiosa catedral da Inglaterra. Ande um pouquinho e você já avistará sua enorme cúpula. Não deixe de visitar a catedral por dentro, principalmente a área do altar e a cúpula.

St Paul’s Cathedral – Catedral Anglicana de São Paulo

A mais grandiosa da Inglaterra e umas das maiores catedrais do mundo. Sua arquitetura é deslumbrante! Além de ser a sede do bispo de Londres, ela foi o local onde a princesa Daiana e o Principe Charles se casaram e onde foi comemorado o aniversário de 80 anos da Rainha Elizabeth II. Ela foi erguida em 604, sim 604. Mas, um arquiteto resolveu reformá-la e essa arquitetura de estilo renascente que podemos ver atualmente foi construída em 1670. Sua grandiosidade impressiona tanto externamente quanto internamente!

Se estiver com fome, ao lado da catedral tem uma lanchonete deliciosa chamada GBK(Gourmet Burguer kitchen). O milkshake de Oreo é show. 

Piccadilly Circus

Uma área muito famosa para compras, pelos gigantes telões publicitários (Piccadilly lights), musicais, teatros, muitas lojas e restaurantes. A pracinha principal de Piccadilly onde encontra-se a estátua de Eros (um anjo de alumínio) é a área central de Piccadilly.

Foto: Reprodução

Saindo da loja do M&Ms, voltar no sentido do metrô, atravessar a pracinha de Piccadilly e seguir para a rua que na minha opinião tem uma das arquiteturas mais bonitas de Londres: a Regent street. 

Regent Street

Localizada na região mais comercial da cidade, mas por conta da sua arquitetura, a atmosfera se torna toda especial. Mesmo quem não for as compras se encantará com a arquitetura dos prédios das lojas e com certeza o passeio renderá algumas fotos. Você encontrará lojas de marca e lojas mais populares. Dou destaque a Hamleys- uma loja britânica de brinquedos muito famosa fundada em 1760 com 7 andares que dizem ser a maior loja de brinquedos do mundo. Também destaco a Liberty, uma loja de departamento não muito grande, mas sua arquitetura medieval da um charme ao local! Como brasileiro adora uma comprinha, no final da Regent street está a rua Oxford Street, também muito famosa. Uma rua comercial com lojas de roupas, sapatos, lojas de departamentos e etc…No final da Regent Street, encontra-se a rua Oxford Street.

Oxford Street

Foto: Reprodução

Hyde Park

O parque mais famoso por ser um dos parques da família real e o maior parque de Londres. Uma ótima opção para passar o dia em família, namorar, fazer picnic, exercitar e ver um pouquinho da rotina dos Londrinos que costumam usufruir muito da natureza e qualidade de vida que os parques oferecem. São 1.42km² de parque com mais de 4 mil árvores, tudo verdinho, um enorme lago para passear de barquinho, passeio a cavalo, memorial dedicado a princesa Daiana, restaurante, cafés e muita beleza! Vale super a pena uma visita. O parque tem várias entradas imponentes, mas a principal fica ao lado da estação de metrô Hyde Park Corner. Junto ao Hyde Park, encontra-se o Kensington Gardens, o parque onde fica o palácio que a princesa Daiana morou (Kensington Palace) e onde o príncipe William e a Kate moram hoje em dia. Para chegar lá, siga as placas no Hyde Park para o Kensington Palace.

Foto: Reprodução

Perto do Albert Hall tem uma rua chamada Exhibition road onde vamos caminhar por aproximadamente 10 minutos em direção ao Natural History Museum. Mas, se preferir, pegue um táxi também. Como não temos muito tempo, eu sugiro dar uma olhada rápida no hall principal, tirar umas fotos da sua fachada e seguir para o próximo destino.

Natural History Museum – Museu de História Natural 

Um dos três principais museus de Londres. São centenas de exposições interativas e emocionantes sobre ciências da vida e da terra em um dos mais belos edifícios históricos de Londres. Outra construção que por si só já vale a visita. A entrada principal onde localiza-se o hall central mais parece um palácio (hall onde encontra-se um esqueleto enorme de um dinossauro). São cerca de 70 milhões de espécies ou itens.

Covent Garden

Bairro muito famoso onde milhares de turistas visitam todos os dias por diversos motivos. Um lugar cheio de lojas, pubs, restaurantes e teatros. Quando descer na estação de Covent Garden, ande em direção a “praça”, local mais central do bairro, onde você encontrará cafés, boutiques, restaurantes, e o Mercado de artesanato. Outra característica do local, são os artistas que ficam fazendo performance na rua, um ótimo entretenimento gratuito com shows de mágicas, ópera, malabarismo, comédia, música e muito mais! Dicas: visitar um dos Pubs mais antigos da cidade, (Lamb & Flag) na Rose Street, fundado por volta de 1770. Uma das casas mais famosas de Ópera do mundo também fica em Covent Garden (The Royal Opera House). A loja da Apple fica na praça principal. A Ladurre uma loja francesa que vende os famosos macarrones também localiza-se na praça central.

Bristish Museum

Foi fundado em 1753 e foi o primeiro museu público gratuito do mundo! Não sou uma pessoa que gosto muito de museu, mas achei que esse vale muito a pena. Ele conta com seus quase 8 milhões de objetos a história das diferentes culturas da humanidade e suas conquistas dos últimos 2 milhões de anos. É um lugar interessantíssimo que permite que os visitantes tenham contato com as mais variadas formas de arte de todo o mundo ao longo dos séculos.

Se você não tiver muito tempo para explorar o museu, escolha uma das galerias que mais interessar ou então, vale até a pena olhar o museu rapidamente. Achei a parte mais interessante e bonita do Egito Antigo, Roma Antiga e Grécia Antiga. Um dos objetos mais famosos do museu é a Pedra da Roseta, um importante monumento egípcio do ano 196 antes de Cristo que está escrito em três diferentes línguas. A pedra tem um importantíssimo papel na história, pois foi graças a ela que os arqueólogos decifraram os hieróglifos egípcios

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19 de Outubro de 2017 às 00:23

Saiba como se comunicar no exterior


Viajar pra outros países provavelmente nunca esteve tão acessível como nos últimos anos, em que o preço das passagens de avião já não são tão absurdos e a entrada em boa parte das pátrias estrangeiras está mais receptiva.

Para esse tipo de viagem, é preciso pensar em muitos detalhes importantes, como o passaporte, a forma de transporte, o visto (quando este for exigido) e também o dinheiro que você vai usar para viver enquanto estiver no exterior. 

Foto: Reprodução

Porém, um detalhe que alguns viajantes acabam esquecendo-se de planejar é a maneira como eles vão se comunicar com os parentes e amigos do Brasil, ou até mesmo com as pessoas da própria terra que estiverem visitando. Nesses casos, como fazer para ter um celular durante a viagem sem gastar uma fortuna por esse serviço? Por isso, o Blog de Malas Sempre Prontas vai te falar de algumas das opções mais utilizadas.

Habilitando o roaming internacional

O roaming internacional é a maneira mais comum de manter a comunicação funcionando normalmente enquanto se está em outro país, apesar de estar longe de ser a mais econômica. Essa alternativa faz com que a rede de origem do seu aparelho, gerada pela operadora contratada, seja alterada para uma outra rede que corresponda ao local onde você estiver.

A vantagem desta opção é o fato de o seu número continuar o mesmo, já que o que muda é apenas é a origem do sinal utilizado. Portanto, seus amigos e familiares podem continuar ligando e enviando mensagem para o mesmo número normalmente.

A desvantagem é a quantia em reais que você provavelmente vai desembolsar com esse serviço, já que você deve pagar taxas especiais para cada operação feita. Os valores variam muito de operadora para operadora e de plano para plano (realmente os planos são inviáveis, pois os preços são absurdamente caros). O melhor é sempre se informar para evitar surpresas desagradáveis no fim do mês.

Aluguel/Compra de aparelhos e chips no local da viagem

Acho que em quase todos os países é possível comprar um chip pré-pago de uma operadora do próprio local. Na maior parte dos casos, você paga um valor mais em conta do que gastaria de adquirisse um plano no Brasil. 

Porém, antes de sair comprando é preciso prestar atenção nas configurações-padrão utilizadas pelas operadoras e tomar cuidado com a compatibilidade entre o seu aparelho e as tecnologias apresentadas pelo país.

Em alguns casos, é mais vantajoso comprar ou alugar um aparelho no local com um chip próprio para aquele telefone. Outra opção é a possibilidade de procurar empresas que ofereçam pacotes de dados e de minutos específicos para turistas no local para o qual você está viajando.

Utilizando um chip da Maxroam

É um chip criado especialmente para os viajantes que estão com as malas prontas para viajar para o exterior que oferece tanto créditos para ligações e envio de mensagens quanto pacotes de conexão com a internet. A parte mais interessante deste serviço é o custo apresentado por ele: cerca de 70% mais barato do que utilizar um roaming internacional.

Foto: Reprodução

Como o produto se trata de um chip, assim como o que utilizamos normalmente em nossos aparelhos no Brasil, ele é compatível com todos os tipos de smartphones existentes e que sigam esse padrão. Para adquirir esse item, basta acessar o site do serviço e contratar o pacote que esteja mais adequado às suas necessidades.

Aplicativos de Comunicação

Existem inúmeros aplicativos que te permite comunicar com quem você quiser. Os mais conhecidos são o Whats App ( que te permite fazer ligações de graça precisando apenas de conexão com a internet para outro numero com Whats app), o Skype( que pode ser de graça se a ligação for para outro Skype, ou pagando se você por créditos na sua conta permitindo assim você ligar até para números fixos e pode fazer chamadas de video), Voxer( um aplicativo de chamadas de voz) e Facetime ( aplicativo para chamada de vídeo).

A grande desvantagem é que você não tem internet 24 hrs e tem que ficar preso a redes de Wi fi para poder efetivar uma ligação. As vezes pode ser uma séria dor de cabeça.

Enfim, sou adepto da compra do chip, assim tenho internet 24hrs por dia e posso então ficar direto em comunicação com quem eu quiser. Breve farei um post exclusivo para te ensinar como é que fazemos para comprar os chips e quais planos você deve fazer!

 




19 de Outubro de 2017 às 00:23

Imigração nos Estados Unidos


Oi pessoal? Estão viajando muito?

Muitas pessoas ficam preocupadas com a chegada nos Estados Unidos, por ter que passar pela conversa com os agentes de imigração e os fiscais da alfândega.Por conta disso, resolvi dar algumas dicas para tranquilizar a todos e mostrar que a imigração americana não é o “bicho-papão”.Acredite ou não mas eu acho a imigração do Reino Unido bem mais tensa rsrs.

Divulgação

Mas você sabe porque existe este processo todo? Apesar de você estar com um visto americano em seu passaporte (ou passaporte europeu), o governo americano quer certificar que você não está com intenção de morar ilegalmente no país( o sonho de consumo de muita gente). Assim, eles querem assegurar que você possui laços com o país de origem, no nosso caso, o Brasil.

Após pousar nos Estados Unidos, você precisará passar pelos agentes de imigração e pela alfândega (o chamado “customs”). Isto  acontecerá mesmo que você ainda não tenha chegado em seu destino final. Por exemplo, muitas pessoas pousam em Miami e depois embarcam para NY ou Orlando. O procedimento de imigração é feito na primeira cidade americana que você desembarcar, neste caso, Miami.
Após sair do avião, basta seguir as pessoas, pois todos tem que passar pela imigração, mesmo os cidadãos americanos.

Suas malas só estarão disponíveis depois que você passar pelos agentes de imigração americanos.Se você não souber falar inglês, não veja isso como um problema pois a maioria dos agentes sabem falar espanhol e muitos até arranham um português. Não se preocupe com isto. Eles vão te entender mais do que você pensa…

Quando você chega no local onde estão os guichês nos quais os agentes de imigração estão, existe uma área para os cidadãos americanos e outras para os estrangeiros (não importa se você tem passaporte europeu, dá na mesma). Siga a orientação dos guardas, que te direcionarão para o atendimento a estrangeiros.Dependendo do portão no qual você desembarcou, pode existir uma fila única ou várias filas pequenas, na frente de cada guichê. Basta escolher uma delas e esperar.

Quando chegar a sua vez você precisará do passaporte com visto americano e os formulários preenchidos:– 6059B (azul): um por família.Sempre é recomendado que você leve uma pastinha em mãos (fora da mala) com a reserva do seu hotel e a reserva do retorno aéreo, caso o agente solicite.

Divulgação

Viu como não é um problema.Uso muito a expressão, quem não deve não teme haha! #partiueua

 




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