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Treinamento de Força é o Ideal Para Idosos


Com o passar do tempo o número de idosos vêm aumentando, isto está relacionado a vários motivos, como o avanço da tecnologia, aumento da expectativa de vida, a redução da taxa de natalidade mundial através do controle de doenças infecto-contagiosas (imunização) e crônico-degenerativas, obtendo-se, assim, melhora na qualidade de vida e aumento na longevidade. Porém os idosos têm que buscar um modo de vida ativo praticando atividades físicas, uma alimentação saudável e um bom relacionamento familiar, enfim, é preciso investir numa melhor qualidade de vida.

Podemos definir força muscular como tensão que um grupo muscular que consegue exercer contra uma determinada resistência em uma situação em que irá variar o volume e a intensidade de trabalho.  O treino de força ou treino com cargas adicionais pode caracteriza-se por uma solicitação intensa de pequenos ou grandes grupos musculares durante um curto período de tempo. Este tipo de treino pode ser efetuado com o recurso ao próprio corpo, a pesos adicionais ou a outras formas de resistência como é o caso dos elásticos e bandas. Estas atividades melhoram a função e força muscular e podem ser particularmente benéficas devido ao seu impacto nas diversas tarefas do quotidiano como ir às compras, transportar objetos pesados ou sustentar o peso corporal.

Todos os sistemas do nosso organismo começam a declinar a partir dos 30 e poucos anos. E o neuromuscular não é diferente. Tal perda de força muscular fica mais evidente em pessoas sedentárias e destreinadas, sendo as fibras responsáveis por realizar esforços de curta duração as que destreinam mais rápido. Essa sarcopenia (fraqueza muscular) pode ser atenuada ou até mesmo revertido com a prática de um programa de musculação. 

A qualidade física que tem maior impacto na vida do idoso é a FORÇA MUSCULAR. Idosos com padrão de força muito baixo passam a ter dificuldade em desempenhar até funções simples do dia a dia como sentar levantar. E tais dificuldades, empurram esses idosos para um quadro depressivo muitas vezes sem volta.

Numa prescrição de exercícios para essa faixa etária, deve-se enfatizar exercícios simples e básicos para os grandes grupos musculares como sentar levantar, puxar e empurrar, de forma a retratar as atividades do dia-a-dia do idoso. Os exercícios devem sempre enfatizar mais cargas em relação às repetições.

Um pensamento comum de leigos e alguns profissionais da saúde é que o envelhecimento vem associado à doenças e perdas de funções. A capacidade funcional tornou-se de vital importância como indicador de qualidade de vida e saúde, uma vez que a população idosa está aumentando consideravelmente. O idoso deve e precisa tornar-se independente e sentir-se útil para o seu bem-estar físico, psicológico e social. Para conseguir realizar essa independência os idosos devem praticar atividades físicas, em especial, a MUSCULAÇÃO, pois já foi comprovado que é possível melhorar a sua capacidade funcional, qualidade de vida e saúde.

Agora cabe a nós profissionais da saúde utilizar os nossos conhecimentos adquiridos como forma de prescrever a atividade de maneira correta e segura possibilitando o idoso envelhecer com saúde e melhor qualidade de vida.




Pacientes com Câncer podem praticar atividade física


No passado, acreditava-se que pacientes em tratamento de doenças crônicas, como câncer ou diabetes, deviam manter-se em repouso e reduzir suas atividades físicas. Hoje em dia, só precisam seguir essas orientações se o movimento provoca dor, aumento da frequência cardíaca ou falta de ar.

Recentes pesquisas demonstram que a prática de exercícios não só é segura e possível durante o tratamento do câncer, como também pode melhorar a disposição, o corpo e também a qualidade de vida do paciente.

Por outro lado, o repouso em excesso pode resultar em perda funcional, atrofiamento muscular, além de reduzir a amplitude dos movimentos do paciente.

Na prescrição de um programa de exercícios para esse grupo especial, deve-se priorizar uma rotina de exercícios onde se contemple o condicionamento físico de uma forma global.

Dentre as qualidades físicas podemos citar: força e resistência muscular, capacidade cardiorespiratória, agilidade, flexibilidade e coordenação motora.

Confira alguns dos benefícios da prática regular de exercícios durante o tratamento:

  • Manter ou melhorar sua capacidade física.
  • Melhorar o equilíbrio, diminuindo o risco de quedas e ossos quebrados.
  • Evitar o atrofiamento dos músculos.
  • Diminuir o risco de doença cardíaca.
  • Diminuir o risco de osteoporose.
  • Melhorar o fluxo sanguíneo.
  • Tornar o paciente independente para suas atividades cotidianas.
  • Melhorar a autoestima.
  • Diminuir o risco desenvolver depressão.
  • Diminuir as náuseas.
  • Melhorar o humor e o relacionamento social.
  • Evitar a fadiga.
  • Ajudar a controlar o peso.
  • Melhorar a qualidade de vida.
Academia Demóstenes Ribeiro tem práticas específicas para clientes especiais.

Programa de Exercícios

Embora haja muitas razões para ser fisicamente ativo durante o tratamento do câncer, o programa deve ser baseado no que é seguro, eficaz e agradável para cada paciente. O programa deve levar em conta os programas anteriores de exercícios que o paciente já costumava seguir antes da doença e também seus novos limites. Portanto, o programa de exercícios deve ser adaptado aos seus interesses e necessidades.

O que levar em consideração:

  • Tipo e estadiamento da doença.
  • Tipo de tratamento.
  • Condicionamento físico.

Só inicie a prática de exercícios físicos após liberação de seu médico oncologista, e certifique-se que o profissional que irá elaborar sua rotina de exercícios conhece seu diagnóstico e suas limitações.





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17 de Outubro de 2017 às 00:12

Treinamento de Força é o Ideal Para Idosos


Com o passar do tempo o número de idosos vêm aumentando, isto está relacionado a vários motivos, como o avanço da tecnologia, aumento da expectativa de vida, a redução da taxa de natalidade mundial através do controle de doenças infecto-contagiosas (imunização) e crônico-degenerativas, obtendo-se, assim, melhora na qualidade de vida e aumento na longevidade. Porém os idosos têm que buscar um modo de vida ativo praticando atividades físicas, uma alimentação saudável e um bom relacionamento familiar, enfim, é preciso investir numa melhor qualidade de vida.

Podemos definir força muscular como tensão que um grupo muscular que consegue exercer contra uma determinada resistência em uma situação em que irá variar o volume e a intensidade de trabalho.  O treino de força ou treino com cargas adicionais pode caracteriza-se por uma solicitação intensa de pequenos ou grandes grupos musculares durante um curto período de tempo. Este tipo de treino pode ser efetuado com o recurso ao próprio corpo, a pesos adicionais ou a outras formas de resistência como é o caso dos elásticos e bandas. Estas atividades melhoram a função e força muscular e podem ser particularmente benéficas devido ao seu impacto nas diversas tarefas do quotidiano como ir às compras, transportar objetos pesados ou sustentar o peso corporal.

Todos os sistemas do nosso organismo começam a declinar a partir dos 30 e poucos anos. E o neuromuscular não é diferente. Tal perda de força muscular fica mais evidente em pessoas sedentárias e destreinadas, sendo as fibras responsáveis por realizar esforços de curta duração as que destreinam mais rápido. Essa sarcopenia (fraqueza muscular) pode ser atenuada ou até mesmo revertido com a prática de um programa de musculação. 

A qualidade física que tem maior impacto na vida do idoso é a FORÇA MUSCULAR. Idosos com padrão de força muito baixo passam a ter dificuldade em desempenhar até funções simples do dia a dia como sentar levantar. E tais dificuldades, empurram esses idosos para um quadro depressivo muitas vezes sem volta.

Numa prescrição de exercícios para essa faixa etária, deve-se enfatizar exercícios simples e básicos para os grandes grupos musculares como sentar levantar, puxar e empurrar, de forma a retratar as atividades do dia-a-dia do idoso. Os exercícios devem sempre enfatizar mais cargas em relação às repetições.

Um pensamento comum de leigos e alguns profissionais da saúde é que o envelhecimento vem associado à doenças e perdas de funções. A capacidade funcional tornou-se de vital importância como indicador de qualidade de vida e saúde, uma vez que a população idosa está aumentando consideravelmente. O idoso deve e precisa tornar-se independente e sentir-se útil para o seu bem-estar físico, psicológico e social. Para conseguir realizar essa independência os idosos devem praticar atividades físicas, em especial, a MUSCULAÇÃO, pois já foi comprovado que é possível melhorar a sua capacidade funcional, qualidade de vida e saúde.

Agora cabe a nós profissionais da saúde utilizar os nossos conhecimentos adquiridos como forma de prescrever a atividade de maneira correta e segura possibilitando o idoso envelhecer com saúde e melhor qualidade de vida.




17 de Outubro de 2017 às 00:12

Pacientes com Câncer podem praticar atividade física


No passado, acreditava-se que pacientes em tratamento de doenças crônicas, como câncer ou diabetes, deviam manter-se em repouso e reduzir suas atividades físicas. Hoje em dia, só precisam seguir essas orientações se o movimento provoca dor, aumento da frequência cardíaca ou falta de ar.

Recentes pesquisas demonstram que a prática de exercícios não só é segura e possível durante o tratamento do câncer, como também pode melhorar a disposição, o corpo e também a qualidade de vida do paciente.

Por outro lado, o repouso em excesso pode resultar em perda funcional, atrofiamento muscular, além de reduzir a amplitude dos movimentos do paciente.

Na prescrição de um programa de exercícios para esse grupo especial, deve-se priorizar uma rotina de exercícios onde se contemple o condicionamento físico de uma forma global.

Dentre as qualidades físicas podemos citar: força e resistência muscular, capacidade cardiorespiratória, agilidade, flexibilidade e coordenação motora.

Confira alguns dos benefícios da prática regular de exercícios durante o tratamento:

  • Manter ou melhorar sua capacidade física.
  • Melhorar o equilíbrio, diminuindo o risco de quedas e ossos quebrados.
  • Evitar o atrofiamento dos músculos.
  • Diminuir o risco de doença cardíaca.
  • Diminuir o risco de osteoporose.
  • Melhorar o fluxo sanguíneo.
  • Tornar o paciente independente para suas atividades cotidianas.
  • Melhorar a autoestima.
  • Diminuir o risco desenvolver depressão.
  • Diminuir as náuseas.
  • Melhorar o humor e o relacionamento social.
  • Evitar a fadiga.
  • Ajudar a controlar o peso.
  • Melhorar a qualidade de vida.
Academia Demóstenes Ribeiro tem práticas específicas para clientes especiais.

Programa de Exercícios

Embora haja muitas razões para ser fisicamente ativo durante o tratamento do câncer, o programa deve ser baseado no que é seguro, eficaz e agradável para cada paciente. O programa deve levar em conta os programas anteriores de exercícios que o paciente já costumava seguir antes da doença e também seus novos limites. Portanto, o programa de exercícios deve ser adaptado aos seus interesses e necessidades.

O que levar em consideração:

  • Tipo e estadiamento da doença.
  • Tipo de tratamento.
  • Condicionamento físico.

Só inicie a prática de exercícios físicos após liberação de seu médico oncologista, e certifique-se que o profissional que irá elaborar sua rotina de exercícios conhece seu diagnóstico e suas limitações.




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