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Governador exonera policial militar suspeito de matar Emily


Governador tornou sem efeito a nomeação do policial e de outros servidores públicos encaminhados pela Procuradoria Geral do Estado


O governo anunciou a exoneração do policial militar Aldo Luís Barbosa Dornel, acusado de matar a menina Emily Caetano, 09, após atirar contra o carro em que estava a vítima e a família. Já havia uma liminar da Justiça determinando a exoneração do acusado, mas por alegar nunca ter sido notificada, a Polícia Militar manteve ele no cargo, até resultar na trágica morte da menina.

Família pediu expulsão do policial da PM 

 

 Aldo Dornel entrou na PM por meio de liminar. Ele havia sido reprovado no teste psicológico e considerado sem condições de exercer a função de policial. Conseguiu uma liminar para exercer o cargo, que foi derrubada em seguida. O governador tornou sem efeito a nomeação do policial e de outros servidores públicos encaminhados pela Procuradoria Geral do Estado. 

O secretário de Governo Merlong Solano afirma que o estado não havia exonerado o policial antes por não ter sido notificado. “É preciso haver a notificação para ocorrer a exoneração”, disse. A liminar que anulou o seu exame psicológico já havia sido derrubada no dia 6 de setembro de 2016 e foi publicada no Diário Oficial da Justiça no dia 27 de janeiro deste ano.

Antes da exoneração, o governador Wellington Dias recebeu a família de Emily no Palácio de Karnak. Wellington chegou a prometer ajuda material e psicológica. O pai da menina, o cantor Evandro Costa,  está com uma bala alojada na cabeça, perdeu 100% da audição em um dos ouvidos e ficou impossibilitado de cantar.





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