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Dono de escola é preso acusado de estuprar três crianças


Abusos aconteceram dentro do centro de ensino infantil. Polícia cumpriu mandado de prisão preventiva contra o empresário.


Nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (26), policiais da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) realizaram a prisão do dono de uma escola particular de Teresina, acusado de estupro de vulnerável contra três alunas da unidade de educação infantil. Os abusos aconteceram dentro de uma sala da escola.

A Polícia Civil deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva contra o empresário. O gerente das Delegacias Especializadas, delegado Jetan Pinheiro, acompanhou a investigação juntamente com a equipe da DPCA.

Segundo ele, a denúncia partiu de uma mãe ainda no mês de novembro do ano passado, que repassou o caso ao Conselho Tutelar e DPCA. Diante da denúncia, foi aberto um inquérito policial. Foram colhidos os depoimentos de todas as vítimas, pais, mães, e funcionários da escola, que culminaram no indiciamento do empresário por estupro de vulnerável. As vítimas têm entre 8 e 12 anos de idade.

“Foi feito um exame lúdico terapêutico, feito com uma psicóloga treinada para ter essa conversa com crianças. Os relatos são muito fortes, são muitos indícios. Elas contaram tudo detalhado, mas precisamos guardar esse sigilo para não atingir duplamente as vítimas e a família, porque são declarações muito fortes", disse Jetan Pinheiro.

O delegado informou ainda que, a princípio, não existem novas vítimas do empresário. A Polícia descartou também a participação de demais funcionários nos crimes. Após ser preso em casa, o empresário foi encaminhado para a Polinter.

“O inquérito foi finalizado, já foi indiciado, representamos pela busca e apreensão e pela prisão preventiva. A prisão saiu ontem e hoje demos cumprimento ao mandado. O inquérito já foi enviado a Justiça”, repassou o delegado Jetan Pinheiro.

Diante da prisão, o empresário disse que era inocente das acusações, alegando ser vítima de um complô por parte de uma das mães. A informação foi repassada pelo delegado. “Ele só disse que ele era inocente, que ali era uma armação contra ele, mas, assim, ele tem esse direito e tem o direito de, inclusive, permanecer calado. Afirmou que era complô de uma mãe querendo prejudicá-lo”, repassou Jetan.

O empresário deve prestar mais esclarecimentos ainda hoje (26) para a delegada responsável pela DPCA.





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