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Saúde Mental

Amanda Soares


O (re)começo de um novo ciclo para a Saúde Mental brasileira


Desde o início dos meus estudos (2007) envolvendo o cuidado ao invisivel e ao mesmo tempo crítico no que diz respeito a manifestações da mente humana, está cravado na sociedade o tema de por fim ao modelo manicomial dos serviços psiquiatricos oferecidos a população. No Brasil, a efervescência da Reforma se deu numa época de restabelecimento de direitos, objetivando a elaboração de propostas de transformação do modelo clássico que utilizamos aqui. O viés antipsiquiátrico da Reforma ignora o arsenal terapêutico hoje à disposição da psiquiatria; ao fazê-lo, e ao desmontar hospitais sem substituí-los adequadamente, em alguns casos é no mínimo anti-ético. 

Estou convicta de que a Lei antimanicomial, surgiu com uma proposta muito interessante – no papel. Na prática, o objetivo era desmontar um sistema, que tinha muitos defeitos, e substituí-lo por uma rede de assistência que não estava devidamente capilarizada. Os efeitos disso seriam sentidos até hoje: pacientes que, ao voltarem às casas de famílias repentinamente confrontadas com a necessidade de lidarem com distúrbios que podem dificultar a convivência, acabam confinados em cômodos, transformados em verdadeiras celas; ou acabam abandonados, vagando pelas ruas e sendo recolhidos, dessa vez, pela polícia – os últimos anos registram aumento significativo de portadores de distúrbios psiquiátricos nas prisões brasileiras. Além disso, o número de CAPS criados, bem como o número de profissionais designados para estes centros, era insuficiente para atender à demanda gerada pelo fechamento dos hospitais – e com a alta demanda e o desgaste gerado, muitos destes profissionais decidiram desligar-se da área de assistência. 

O psiquiatra forense Leandro Gavinier relatou acerca da lógica da assistência psiquiátrica centrada na internação e reconheçe até hoje que o modelo de gestão de saúde mental centrado no hospital não é desejável para a sociedade. Mas ressalta que "desde o início da década de noventa os militantes da Luta Antimanicomial passaram praticamente a ditar as normas técnicas dos governos, seguiam numa luta insana para fechar leitos hospitalares. Ao invés de preocupar-se em garantir custeio de uma internação de qualidade, os governos, desde FHC, passaram a encolher as verbas destinadas às internações, forçando os hospitais especializados, maioria instituições filantrópicas, a funcionarem no limite da sobrevivência financeira e fornecendo péssimas condições de assistência".

Através dessa linha de pensamento, destaco que o ambiente hospitalar deve ser aprimorado, não extinto. E uma das medidas visando esse aprimoramento seria a constituição de equipes multidisciplinares, unindo as mais diversas competências, em um ambiente de estrutura moderna e apropriada – diferente dos modelos popularizados em décadas anteriores. É necessário cautela no que diz respeito a aceitação ou não do discurso da Luta Antimanicomial. Manicômio é uma instituição psiquiátrica para tratar terapeuticamente, em regime fechado, doentes mentais que cometeram crimes sérios. Contudo, a desconstrução de um conhecimento, que possui uma história – mas não a esconde – é muito perigoso.  

A medicina tem andado pra frente, em busca de evidências. Quem pode, em sã consciência, concordar com um modelo asilar como o que ocorria? Concordar com uma Tamarineira, com 1200 pacientes? Contudo, décadas atrás, não havia outra alternativa. Era impossível oferecer serviços de boa qualidade pelo não investimento governamental que através de verificações por órgãos especializados, levaram à divulgação desses serviços como lugares de opressão e abandono. Historicamente, é algo muito recente ao considerar ainda que os tratamentos medicamentosos só começaram a surgir nos anos 1950. Ninguém é a favor de holocaustos – como no livro "Holocausto Brasileiro", sobre o caso ocorrido em Minas Gerais. Em contrapartida, a resolutibilidade dos problemas psiquiátricos obteve avanço significativo nas últimas três décadas, fazendo com que a realidade, hoje, seja muito diferente daquela do início do sistema psiquiátrico no Brasil. 

Afim de aperfeiçoar e tornar eficaz o tratamento na rede pública de saúde de dependentes de drogas, de casos de tentativas de suicídio e de outras doenças mentais foram aprovadas mudanças na Política Nacional de Saúde Mental na ultima quinta-feira, 14 de dezembro de 2017 - um marco na evolução do conceito de saúde mental. A Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP divulgou uma carta aberta à população na qual declara apoio às propostas do atual Coordenador Nacional de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, Dr. Quirino Cordeiro Junior. 

 

Os principais pontos da reforma são:

1. Manutenção das vagas em hospitais psiquiátricos e reajuste das diárias

2. Hospitais gerais poderão reservar 20% da capacidade para alas psiquiátricas – no máximo 60 leitos. Hoje, não há previsão de reserva. Enfermarias com mais leitos terão incentivo maior do que unidades com poucas vagas.

3. Serão criadas equipes de assistência multiprofissional de média complexidade em saúde mental. Grupos vão atuar em ambulatórios, mas com profissionais habilitados. A ideia é ofertar atendimento intermediário entre ambulatório (mais simples) e o Caps, para casos mais complexos.

4. Ampliação de comunidades terapêuticas credenciadas de 4 mil para 20 mil. O Ministério da Saúde vai financiar 10 mil. Estão previstas capacitações. 

5. Plano de Ação de Prevenção contra Suicídio será desenvolvido em 6 Estados considerados prioritários: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Piauí e Roraima

6. Valores repassados para financiar Residências Terapêuticas  serão reajustados. No caso de residências terapêuticas de nível 1, o valor passará de R$ 10 mil para R$ 20 mil. No caso das residências de nível 2 (mais complexas), o valor passará de R$ 20 mil para R$ 30 mil mensais. Em cada residência vivem até 10 pacientes.

 

Acredito na competência dos idealizadores dessa nova proposta e como profissional de saúde em serviço psiquiátrico não constato retrocesso e sim avanço, mesmo que conselhos e outras classes profissionais estejam em constante discordância. As mudanças estão fundamentadas pelo o mau uso do dinheiro público, a falta completa de monitoramento das ações da Coordenação, serviços que funcionavam muito aquém de sua capacidade instalada, além de serviços que eram custeados sem sequer existirem. E para finalizar, o coordenador Dr. Quirino Cordeiro ainda destacou: "nós não queremos mais moradores em hospitais psiquiátricos. O processo de desinstitucionalização vai continuar e ganhar potência”. 

 




Saúde Mental: Por que devemos cuidar?


A nossa saúde não se restringe ao físico. Desde a infância, temos exames obrigatórios, campanhas de vacinação, acompanhamentos médicos regulares e outras medidas preventivas para assegurar nossa saúde. Somos ensinados a lavar as mãos antes das refeições, a dizer "obrigado", "por favor" e "com licença" mas ninguém nos ensina a lidar com acessos sentimentais que variam de tristeza a euforia.

A saúde mental não se restringe apenas a transtornos ou doenças mentais. Ela diz respeito ao nosso modo de estar no mundo, às nossas relações com as outras pessoas e à nossa postura perante o mundo em que vivemos. Depressão e ansiedade têm se tornado cada vez mais assíduas, seja em países ricos ou pobres – o número de pessoas sofrendo com elas aumentou de 416 milhões para 615 milhões entre 1990 e 2013, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

>>>>Falar de saúde mental é, portanto, falar de dia-a-dia, de cotidiano.<<<<

 

No Brasil e no mundo, a saúde mental permanece estigmatizada. Nos casos em que há transtornos, a tendência é esconder ou ignorar o problema, inclusive dentro da família. Neste silêncio, casos se agravam e pessoas deixam de buscar ajuda.

O presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antonio Geraldo da Silva, enfatiza que "A boa saúde mental é essencial para que as pessoas sejam saudáveis e consigam enfrentar as adversidades da vida de forma estável e equilibrada, ultrapassando os obstáculos que nos são apresentados a todo momento, nos diversos contextos que permeiam o nosso cotidiano: nos relacionamentos pessoais e familiares, conjugais ou não; no ambiente de trabalho, não só em relação aos colegas, mas às realizações profissionais; nos aspectos sociais como um todo, influenciando a nossa forma de ver o mundo e de lidar com o próximo."

É importante encontrar formas positivas de se expressar sem que o corpo seja afetado por doenças relacionadas ao ansiedade e estresse. Cada emoção traz uma reação diferente, e ter consciência desse funcionamento é fundamental para lidar com seus sentimentos e com as pessoas com quem você se relaciona.

 

Benefícios do bem estar mental:

  • Autocontrole;
  • Atitudes mais positivas com relação a si, ao outro e ao ambiente;
  • Domínio situacional;
  • Escolhas e atitudes mais positivas;
  • Maior capacidade de atenção e aprendizagem;
  • Desenvolvimento da inteligência emocional;
  • Diminuição do estresse e ansiedade;
  • Melhoria na qualidade de vida;
  • Melhoria significativa das relações sociais.

Embora o estilo de vida moderno não nos estimule a avaliar momentos de felicidade ou de completa realização pessoal, somos diariamente incitados a planejar o nosso dia-a-dia para vencer os desafios da vida moderna como, por exemplo, conseguir e manter um emprego, proteger nossa vida da violência urbana, equilibrar as finanças, esquivar-se de hábitos ou estilos de vida que comprometem a sua saúde e, ao mesmo tempo, praticar ações que promovem a nossa integridade física, emocional e social.

 





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Amanda Soares

Psicóloga da Unidade de Referência em TEA (Santa Casa/SP) e Mestra em Ciências da Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de SP. Mais informações: http://lattes.cnpq.br/5014212385325113


18 de Dezembro de 2017 às 19:03

O (re)começo de um novo ciclo para a Saúde Mental brasileira


Desde o início dos meus estudos (2007) envolvendo o cuidado ao invisivel e ao mesmo tempo crítico no que diz respeito a manifestações da mente humana, está cravado na sociedade o tema de por fim ao modelo manicomial dos serviços psiquiatricos oferecidos a população. No Brasil, a efervescência da Reforma se deu numa época de restabelecimento de direitos, objetivando a elaboração de propostas de transformação do modelo clássico que utilizamos aqui. O viés antipsiquiátrico da Reforma ignora o arsenal terapêutico hoje à disposição da psiquiatria; ao fazê-lo, e ao desmontar hospitais sem substituí-los adequadamente, em alguns casos é no mínimo anti-ético. 

Estou convicta de que a Lei antimanicomial, surgiu com uma proposta muito interessante – no papel. Na prática, o objetivo era desmontar um sistema, que tinha muitos defeitos, e substituí-lo por uma rede de assistência que não estava devidamente capilarizada. Os efeitos disso seriam sentidos até hoje: pacientes que, ao voltarem às casas de famílias repentinamente confrontadas com a necessidade de lidarem com distúrbios que podem dificultar a convivência, acabam confinados em cômodos, transformados em verdadeiras celas; ou acabam abandonados, vagando pelas ruas e sendo recolhidos, dessa vez, pela polícia – os últimos anos registram aumento significativo de portadores de distúrbios psiquiátricos nas prisões brasileiras. Além disso, o número de CAPS criados, bem como o número de profissionais designados para estes centros, era insuficiente para atender à demanda gerada pelo fechamento dos hospitais – e com a alta demanda e o desgaste gerado, muitos destes profissionais decidiram desligar-se da área de assistência. 

O psiquiatra forense Leandro Gavinier relatou acerca da lógica da assistência psiquiátrica centrada na internação e reconheçe até hoje que o modelo de gestão de saúde mental centrado no hospital não é desejável para a sociedade. Mas ressalta que "desde o início da década de noventa os militantes da Luta Antimanicomial passaram praticamente a ditar as normas técnicas dos governos, seguiam numa luta insana para fechar leitos hospitalares. Ao invés de preocupar-se em garantir custeio de uma internação de qualidade, os governos, desde FHC, passaram a encolher as verbas destinadas às internações, forçando os hospitais especializados, maioria instituições filantrópicas, a funcionarem no limite da sobrevivência financeira e fornecendo péssimas condições de assistência".

Através dessa linha de pensamento, destaco que o ambiente hospitalar deve ser aprimorado, não extinto. E uma das medidas visando esse aprimoramento seria a constituição de equipes multidisciplinares, unindo as mais diversas competências, em um ambiente de estrutura moderna e apropriada – diferente dos modelos popularizados em décadas anteriores. É necessário cautela no que diz respeito a aceitação ou não do discurso da Luta Antimanicomial. Manicômio é uma instituição psiquiátrica para tratar terapeuticamente, em regime fechado, doentes mentais que cometeram crimes sérios. Contudo, a desconstrução de um conhecimento, que possui uma história – mas não a esconde – é muito perigoso.  

A medicina tem andado pra frente, em busca de evidências. Quem pode, em sã consciência, concordar com um modelo asilar como o que ocorria? Concordar com uma Tamarineira, com 1200 pacientes? Contudo, décadas atrás, não havia outra alternativa. Era impossível oferecer serviços de boa qualidade pelo não investimento governamental que através de verificações por órgãos especializados, levaram à divulgação desses serviços como lugares de opressão e abandono. Historicamente, é algo muito recente ao considerar ainda que os tratamentos medicamentosos só começaram a surgir nos anos 1950. Ninguém é a favor de holocaustos – como no livro "Holocausto Brasileiro", sobre o caso ocorrido em Minas Gerais. Em contrapartida, a resolutibilidade dos problemas psiquiátricos obteve avanço significativo nas últimas três décadas, fazendo com que a realidade, hoje, seja muito diferente daquela do início do sistema psiquiátrico no Brasil. 

Afim de aperfeiçoar e tornar eficaz o tratamento na rede pública de saúde de dependentes de drogas, de casos de tentativas de suicídio e de outras doenças mentais foram aprovadas mudanças na Política Nacional de Saúde Mental na ultima quinta-feira, 14 de dezembro de 2017 - um marco na evolução do conceito de saúde mental. A Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP divulgou uma carta aberta à população na qual declara apoio às propostas do atual Coordenador Nacional de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, Dr. Quirino Cordeiro Junior. 

 

Os principais pontos da reforma são:

1. Manutenção das vagas em hospitais psiquiátricos e reajuste das diárias

2. Hospitais gerais poderão reservar 20% da capacidade para alas psiquiátricas – no máximo 60 leitos. Hoje, não há previsão de reserva. Enfermarias com mais leitos terão incentivo maior do que unidades com poucas vagas.

3. Serão criadas equipes de assistência multiprofissional de média complexidade em saúde mental. Grupos vão atuar em ambulatórios, mas com profissionais habilitados. A ideia é ofertar atendimento intermediário entre ambulatório (mais simples) e o Caps, para casos mais complexos.

4. Ampliação de comunidades terapêuticas credenciadas de 4 mil para 20 mil. O Ministério da Saúde vai financiar 10 mil. Estão previstas capacitações. 

5. Plano de Ação de Prevenção contra Suicídio será desenvolvido em 6 Estados considerados prioritários: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Piauí e Roraima

6. Valores repassados para financiar Residências Terapêuticas  serão reajustados. No caso de residências terapêuticas de nível 1, o valor passará de R$ 10 mil para R$ 20 mil. No caso das residências de nível 2 (mais complexas), o valor passará de R$ 20 mil para R$ 30 mil mensais. Em cada residência vivem até 10 pacientes.

 

Acredito na competência dos idealizadores dessa nova proposta e como profissional de saúde em serviço psiquiátrico não constato retrocesso e sim avanço, mesmo que conselhos e outras classes profissionais estejam em constante discordância. As mudanças estão fundamentadas pelo o mau uso do dinheiro público, a falta completa de monitoramento das ações da Coordenação, serviços que funcionavam muito aquém de sua capacidade instalada, além de serviços que eram custeados sem sequer existirem. E para finalizar, o coordenador Dr. Quirino Cordeiro ainda destacou: "nós não queremos mais moradores em hospitais psiquiátricos. O processo de desinstitucionalização vai continuar e ganhar potência”. 

 




3 de Dezembro de 2017 às 22:11

Saúde Mental: Por que devemos cuidar?


A nossa saúde não se restringe ao físico. Desde a infância, temos exames obrigatórios, campanhas de vacinação, acompanhamentos médicos regulares e outras medidas preventivas para assegurar nossa saúde. Somos ensinados a lavar as mãos antes das refeições, a dizer "obrigado", "por favor" e "com licença" mas ninguém nos ensina a lidar com acessos sentimentais que variam de tristeza a euforia.

A saúde mental não se restringe apenas a transtornos ou doenças mentais. Ela diz respeito ao nosso modo de estar no mundo, às nossas relações com as outras pessoas e à nossa postura perante o mundo em que vivemos. Depressão e ansiedade têm se tornado cada vez mais assíduas, seja em países ricos ou pobres – o número de pessoas sofrendo com elas aumentou de 416 milhões para 615 milhões entre 1990 e 2013, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

>>>>Falar de saúde mental é, portanto, falar de dia-a-dia, de cotidiano.<<<<

 

No Brasil e no mundo, a saúde mental permanece estigmatizada. Nos casos em que há transtornos, a tendência é esconder ou ignorar o problema, inclusive dentro da família. Neste silêncio, casos se agravam e pessoas deixam de buscar ajuda.

O presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antonio Geraldo da Silva, enfatiza que "A boa saúde mental é essencial para que as pessoas sejam saudáveis e consigam enfrentar as adversidades da vida de forma estável e equilibrada, ultrapassando os obstáculos que nos são apresentados a todo momento, nos diversos contextos que permeiam o nosso cotidiano: nos relacionamentos pessoais e familiares, conjugais ou não; no ambiente de trabalho, não só em relação aos colegas, mas às realizações profissionais; nos aspectos sociais como um todo, influenciando a nossa forma de ver o mundo e de lidar com o próximo."

É importante encontrar formas positivas de se expressar sem que o corpo seja afetado por doenças relacionadas ao ansiedade e estresse. Cada emoção traz uma reação diferente, e ter consciência desse funcionamento é fundamental para lidar com seus sentimentos e com as pessoas com quem você se relaciona.

 

Benefícios do bem estar mental:

  • Autocontrole;
  • Atitudes mais positivas com relação a si, ao outro e ao ambiente;
  • Domínio situacional;
  • Escolhas e atitudes mais positivas;
  • Maior capacidade de atenção e aprendizagem;
  • Desenvolvimento da inteligência emocional;
  • Diminuição do estresse e ansiedade;
  • Melhoria na qualidade de vida;
  • Melhoria significativa das relações sociais.

Embora o estilo de vida moderno não nos estimule a avaliar momentos de felicidade ou de completa realização pessoal, somos diariamente incitados a planejar o nosso dia-a-dia para vencer os desafios da vida moderna como, por exemplo, conseguir e manter um emprego, proteger nossa vida da violência urbana, equilibrar as finanças, esquivar-se de hábitos ou estilos de vida que comprometem a sua saúde e, ao mesmo tempo, praticar ações que promovem a nossa integridade física, emocional e social.

 




Sobre mim


Amanda Soares

Psicóloga da Unidade de Referência em TEA (Santa Casa/SP) e Mestra em Ciências da Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de SP. Mais informações: http://lattes.cnpq.br/5014212385325113



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